sexta-feira, 27 de maio de 2011

Dia 1 de Maio - Dia do Trabalhador


O Dia do Trabalhador ou Dia Internacional dos Trabalhadores é celebrado anualmente no dia 1 de Maio em numerosos países do mundo, sendo feriado em Portugal e em outros países do Mundo.

Em Portugal, só a partir de Maio de 1974 (o ano da revolução do 25 de Abril) é que se voltou a comemorar livremente o Primeiro de Maio e este passou a ser feriado.

Durante a ditadura do Estado Novo, a comemoração deste dia era reprimida pela polícia.

O Dia Mundial dos Trabalhadores é comemorado por todo o país, sobretudo com manifestações, comícios e festas de carácter reivindicativo, promovidas pelas centrais sindicais em especial nas principais cidades de Lisboa e Porto. No Algarve, é costume a população fazer pic-nics e são organizadas algumas festas na região.

Alguns países celebram o Dia do Trabalhador em datas diferentes de 1 de Maio.

Para comemorar o Dia do Trabalhador o nosso grupo realizou um cartaz em cartolina e decorou o expositor com várias ferramentas de trabalho, para homenagear os trabalhadores em geral.

Fonte: Wikipédia.org


Trabalho realizado por: João Bento, nº 12; Miguel Gonçalves, nº 17; Ricardo Silva, nº 20 e Tiago Silva, nº 22, 7º F.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

A Atitude dos 3 Rs


As mudanças climáticas e os resíduos sólidos estão entre as principais causas que ameaçam a sobrevivência humana na Terra. Entre as medidas a serem tomadas, algumas são da esfera privada e podem ser resumidas como a Atitude dos 3Rs.

Esta atitude assenta em três princípios e constituem a conhecida sigla dos 3 Rs: Reduzir, Reutilizar e Reciclar.

Dada a grande perda de trabalho e tecnologia na produção da maioria dos produtos, importa aqui questionar-nos se os esforços necessários à implementação destas práticas relativamente a esses mesmos produtos estão a sortir os efeitos necessários

Importa avaliar, antes de procurar uma solução para os resíduos, se estarão a ser desenvolvidos os necessários esforços para evitar a produção dos resíduos perigosos, pois como é do senso comum, a melhor forma de resolver um problema é evitar o seu aparecimento. Se cada vez que um problema deste tipo surgir, nos limitarmos a procurar medidas para a sua remediação, então estaremos de forma, porventura inconsciente, a contribuir para a perpetuação da situação.

O uso das melhores tecnologias actualmente disponíveis em condições economicamente aceitáveis permitem fabricar produtos com elevada longevidade. Não corresponde portanto ao avanço tecnológico o slogan implícito da nossa sociedade: "Deite fora e compre novo

Em relação à sigla dos 3Rs, só para o terceiro R existem políticas concretas, planos e incentivos. Para a implementação do princípio da redução e para o da reutilização pouco mais se tem feito do que uma vaga campanha moral, com efeitos muito reduzidos.

Sugerem-se assim medidas concretas para que a redução de resíduos deixe de ser uma atitude meramente verbalizada, mas sem consequências práticas.
Para chamar a atenção para esta problemática, decorreu no Externato Cooperativo da Benedita, no final do 2º Período, uma Exposição relativa à “Atitude dos 3Rs”, onde estiveram presentes os melhores trabalhos dos alunos do 7º Ano de Educação Tecnológica.
Trabalho elaborado por:  Beatriz Fialho, nº 3; Beatriz Caixeiro, nº4; Francisco Tavares, nº 10 e Marta Matias, nº 15 - Grupo nº 1.

25 de Abril – Dia da Liberdade


A Revolução dos Cravos foi um período da História de Portugal, desencadeado por um Golpe de Estado militar, ocorrido a 25 de Abril de 1974.

A partir desta data, iniciou-se um processo que viria a terminar com a implantação de um regime democrático, com a entrada em vigor de uma nova constituição a 25 de Abril 1976.
Este golpe militar, normalmente conhecido pelos portugueses como o "25 de Abril", foi conduzido por um movimento militar, o Movimento da Forças Armadas (MFA), composto principalmente por capitães que tinham participado na Guerra Colonial, em África.
Esta revolução teve a particularidade de não ter havido derramamento de sangue, simbolizada por isso, pelo cravo vermelho.
Festejámos este dia fazendo cravos de papel, uma espingarda e um Zé Povinho com restos de cartolina e ainda um grupo de pequenas andorinhas, tão características do nosso País, tentado realizar um cenário comemorativo da data.

Fonte: Wikipédia.org

Trabalho realizado por: Carolina Mateus, nº 5; Catarina Inácio, nº 6; Daniela Dias, nº 8; Martina Ferreira, nº 16 e Rafael Ferreira, nº 18 - 7º F. 

segunda-feira, 21 de março de 2011

Dia Mundial da Floresta e da Árvore

A comemoração oficial do Dia da Árvore teve lugar pela primeira vez no estado norte-americano do Nebraska, em 1872. John Stirling Morton conseguiu induzir toda a população a consagrar um dia no ano à plantação ordenada de diversas árvores para resolver o problema da escassez de material lenhoso.
A Festa da Árvore rapidamente se expandiu a quase todos os países do mundo, e em Portugal comemorou-se pela primeira vez a 9 de Março de 1913.
Em 1971 e na sequência de uma proposta da Confederação Europeia de Agricultores, que mereceu o melhor acolhimento da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura), foi estabelecido o Dia Florestal Mundial com o objectivo de sensibilizar as populações para a importância da floresta na manutenção da vida na Terra.
Em 21 de Março de 1972, início da Primavera no Hemisfério Norte, foi comemorado o primeiro DIA MUNDIAL DA FLORESTA E DA ÁRVORE em vários países, entre os quais Portugal.
Este ano lectivo, várias turmas da nossa escola promoveram uma exposição de trabalhos em comemoração ao Dia Mundial da Floresta e da Árvore - 21 de Março, em que nós participámos e que a partir de hoje se encontra patente na nossa escola.
Todos os trabalhos expostos salientam a importância da preservação das Árvores para o Meio-Ambiente, onde a criatividade está bem presente.
Foi nítida a empolgação e contentamento de todos nós, ao realizarmos a exposição dos nossos trabalhos, bem como na realização dos mesmos ao longo das últimas aulas.

Fonte: http://www.malhatlantica.pt/

Cartazes realizados por: Luis Rodrigues, nº 13 e Simão Rodrigues, nº 21.

Trabalho elaborado por: Beatriz Fialho, nº 3; Beatriz Caixeiro, nº4; Francisco Tavares, nº 10 e Marta Matias, nº 15 - Grupo nº 1.  

sexta-feira, 18 de março de 2011

Carnaval 2011

Carnaval é um período de festas regidas pelo ano lunar no Cristianismo a partir da Idade Média. O período do Carnaval era marcado pelo "adeus à carne" ou "carne vale" dando origem ao termo "Carnaval". Durante o período do Carnaval havia uma grande concentração de festejos populares. Cada cidade brincava a seu modo, de acordo com seus costumes. O Carnaval moderno é feito de desfiles e fantasias, que é produto da sociedade vitoriana do séc. XIX.
A festa carnavalesca surgiu a partir da implantação da Semana Santa pela Igreja Católica, no séc. XI, antecedida por quarenta dias de jejum, a Quaresma. Esse longo período de privações acabaria por incentivar à reunião de diversas festividades nos dias que antecediam a quarta-feira de cinzas, o primeiro dia da Quaresma.
Em geral, o carnaval tem a duração de três dias, os dias que antecedem a quarta-feira de cinzas. Em contraste com a Quaresma, tempo de penitência e privação, estes dias são chamados "gordos", em especial a terça-feira, último dia antes da Quaresma.
O Carnaval da Antiguidade era marcado por grandes festas, onde se comia, bebia e participava de alegres celebrações e busca incessante dos prazeres. O Carnaval prolongava-se por sete dias nas ruas, praças e casas da Roma, de 17 a 23 de Dezembro.
Todas as actividades e negócios eram suspensos neste período e até os escravos ganhavam liberdade temporária para fazer o que em quisessem e as restrições morais eram relaxadas. As pessoas trocavam presentes, um rei era eleito por brincadeira e comandava o cortejo pelas ruas. As tradicionais fitas de lã que amarravam aos pés da estátua do deus Saturno eram retiradas, como se a cidade o convidasse para participar da folia.
No período do Renascimento as festas que aconteciam nos dias de Carnaval incorporaram os bailes de máscaras, com suas ricas fantasias e os carros alegóricos. Ao carácter de festa popular e desorganizada, juntaram-se outros tipos de comemoração e progressivamente a festa foi tomando o formato actual.
Para comemorar o Carnaval, período em que nós jovens nos divertimos muito, foram feitas máscaras em papel reciclado, cartão e restos de tecido, por dois grupos de alunos do 7º F. Estes trabalhos estiveram em exposição comemorativa no Externato, durante a semana antecedente e a semana de Carnaval.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Carnaval
Trabalho elaborado por: Ana Fonseca, nº 1; Ana Madeira, nº 2; Daniel Pedro, nº 7; Elisa Pedro, nº 9; Francisco Bogalho, nº 11; Martina Ferreira, nº 16; Rafael Filipe, nº 19 e Vanessa Morgado, nº23 e Iasmin Maranhão, nº 24 - 7º F.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Dia dos Namorados - 14 de Fevereiro


Comemorou-se no passado dia 14 de Fevereiro o Dia dos Namorados. Neste âmbito, um grupo de alunos da turma do 7º F, fizeram uma exposição comemorativa, com corações de cartão reciclado, envelopes de papel reciclado e pasta de papel e vários frases com a palavra "Amo-te" em várias línguas, que se encontrou em exposição, na nossa escola em lugar de destaque.

Este dia é celebrado devido à história do Bispo Valentim, que lutou contra as ordens do Imperador Cláudio II, que havia proibido o casamento durante as guerras acreditando que os solteiros eram melhores combatentes.

Além de continuar a celebrar casamentos, ele casou-se secretamente, apesar da proibição do Imperador. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte.

Enquanto estava preso, muitos jovens por solidariedade, davam flores e bilhetes de amor, dizendo que ainda acreditavam no amor. Enquanto aguardava na prisão o cumprimento da sua sentença, ele apaixonou-se pela filha cega de um carcereiro e, milagrosamente, devolveu-lhe a visão. Antes de partir, Valentim escreveu uma mensagem de adeus à sua amada, na qual assinava como “Seu Namorado” ou “De seu Valentim”. Morreu no dia 14 de Fevereiro, a razão pela qual se comemora o Dia dos Namorados ou de S. Valentim, nesse dia.



Fonte: Wikipédia.org

Trabalho elaborado por: Beatriz Fialho, nº 3; Beatriz Caixeiro, nº4; Francisco Tavares, nº 10 e Marta Matias, nº 15 - Grupo nº 1.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Vamos reciclar papel


Etapas da reciclagem:

1 - Pique os papéis, cada tipo ou cor numa vasilha com água. Deixe de molho por 24 horas. (O papel pode ficar de molho alguns dias, desde que em recipientes limpos).

2 - Coloque uma xícara deste papel humedecido no liquidificador, com água até 3/4. A própria "água do molho" pode ser aproveitada. Bata a mistura aos poucos e sinta com a mão até obter a textura desejada.

Batendo pouco, você obterá uma mistura com "pedacinhos" do papel original, às vezes até com letras inteiras.

- papéis usados que você descartaria no lixo, como embrulhos, caixas, folhas, 
  envelopes, revistas, sobras de cartolina, cartões, jornais, etc.;
- um recipiente (como lata de leite, vidro grande, etc) para cada tipo de papel;
- liquidificador;
- bacia funda;
- peneira plástica de fundo plano (ou tela pregada em moldura de madeira),
  que caiba na bacia (com certa folga);
- jornais (para secar os papéis) panos velhos.

Quanto mais se bater, mais homogênea ficará a mistura. Mas não bata demais; isso deixa o papel quebradiço, e não mais fino.

3 - Despeje o papel batido na bacia com água até a metade. Agite a mistura com a mão para as partículas de papel não assentarem no fundo.

4 - Mergulhe a peneira pela lateral da bacia até o fundo, subindo-a lentamente, sem incliná-la, "pescando" as partículas em suspensão.
Uma camada de papel se forma sobre a peneira.

Se desejar um papel mais grosso, adicione papel batido à bacia, agite e peneire novamente.

5 - Passe a mão várias vezes sob a peneira inclinada para escorrer a água.

6 - Coloque a peneira sobre jornal, para secar a superfície inferior. Troque o jornal até que este não fique mais molhado.

7 - Ainda sobre o jornal, cubra a peneira com um pano e aperte como uma massa de torta na forma, para secar a superfície superior da folha.

Use vários panos até que estes não fiquem mais molhados. O papel ainda estará úmido, mas não deverá molhar a mão no toque.

8 - Vire a peneira sobre jornal seco e dê vários tapas no fundo. A folha deve soltar. Se o papel estiver muito úmido a folha não cai, (daí desvire a peneira e repita a etapa 7).

9 - Coloque a folha entre jornais secos, e deixe-a secar até o dia seguinte.

Pronta, esta folha poderá ser escrita, cortada, dobrada , colada, pintada, datilografada, enfim, usada como papel.

As sobras de papel picado ou batido podem ser peneiradas, espremidas e guardadas em potes tampados para futura reciclagem, ou descartadas separadamente para coleta seletiva e reciclagem industrial. A água que sobra na bacia pode ser despejada no vaso ou no jardim.
Fonte: http://www.setorreciclagem.com.br/ / USP Recicla

Trabalho elaborado por: João Bento, nº 12; Miguel Gonçalves, nº 17 e Ricardo Silva, nº 20.